Antes da condenação de André Soares Ferreira, 39 anos, a quase três décadas de reclusão por matar, mutilar, carbonizar e beber o sangue de Antônio Carlos Pires de Lima, 33, houve um intenso trabalho de investigação, perícias de local e laboratoriais, além da utilização de uma série de técnicas científicas para determinar a dinâmica do assassinato brutal.
Ocorrido na região de Samambaia Norte, em 4 de outubro do ano passado, a barbárie reduziu o corpo da vítima a 419 fragmentos ósseos que estavam carbonizados. O trabalho de peritos médicos legistas do Instituto Médico Legal (IML), dos peritos do Instituto de Criminalística (IC) e dos profissionais do Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA) foi fundamental para esclarecer os detalhes do crime.

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