O laudo médico da cantora Paulinha Abelha, que morreu no dia 23 de fevereiro aos 43 anos, aponta a possibilidade em que o excesso de medicametos para controle de peso possam ter ocasionado a fatalidade. O documento foi divulgado no Domingo Espetacular, da Record TV. O atestado de óbito da cantora traz como causas da morte hipertensão craniana, insuficiencia renal aguda, hepatite e meningoencefalite.
O exame Painel Toxicológico testou 12 substâncias psicoativas e duas apenas deram positivo: anfetaminas e barbitúricos. A primeira substância é encontrada em uma medicação para tratar deficit de atenção e hiperatividade, receitada por uma nutróloga que a acompanhava. Entre os efeitos estão a redução do apetite e a perda de peso, assim como náusea e vômitos, os primeiros sintomas que ela apresentou antes de ir ao hospital.
"Sem buscou fazer dieta. Ela tinha retenção líquida. Chegava de viagem toda inchada", comentou o colega de banda Bell Oliver.
Na mesma receita passada pela nutróloga há um antidepressivo, redutor de apetite, suplemento alimentar, regulador do sono, estimulante, calmantes naturais, cápsulas para memória e concentração, e uma fórmula que promete dar saciedade.
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